O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços – MDIC, por meio da Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior SE-CAMEX, é o responsável pela administração da Janela Única de Investimentos do Brasil.
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Tudo o que você precisa saber para aproveitar melhor a Janela Única de Investimentos.
Perguntas Frequentes - FAQ
Apesar de a Janela Única de Investimentos ser um projeto coordenado pela SE-CAMEX, os serviços oferecidos são de responsabilidade dos órgão competentes.
É um portal que centraliza informações, trâmites e documentos através de um único ponto de entrada. Ao mesmo tempo, busca consolidar informações e processos em jornadas simplificadas para o investidor, de maneira a reduzir tempo e custos.
Não. Destina-se à atração de Investimentos Estrangeiros Diretos (IEDs) no Brasil, popularmente conhecidos como “investimentos produtivos”. Não se destina, portanto, à concretização de investimentos de curto prazo (mercado de capitais) ou investimentos em imóveis. A Janela Única de Investimentos também pode ser utilizada por investidores nacionais.
Não. No entanto, tendo em vista a racionalização dos processos e a simplificação das informações que ela oferece, seu uso é extremamente recomendável para aquele investidor que queira facilitar seu investimento no País.
O portal segmenta-se em 3 pilares: serviços (gerais, demandados por todo investidor, e setoriais, conforme especificidade de cada setor da economia), informacional (contendo estatísticas, acordos, legislação e cartilha de segurança jurídica) e promocional (abrangendo seções para divulgação tanto federal quanto dos entes subnacionais). Para mais informações, acesse aqui.
Especialmente ao investidor, tanto estrangeiro quanto nacional, mas também a representantes legais, consultores, academia e organizações multilaterais, tendo em vista o seu pilar informacional, como estatísticas de investimentos e normas.
Não, o acesso à Janela Única de Investimentos não tem custo. Porém, a Janela Única de Investimentos concentra serviços de diversos órgãos de governo, que podem ter custos envolvidos.
Não. No momento, o espaço dedicado aos estados tem o objetivo de promover suas políticas públicas para atração e facilitação de investimentos. No futuro pretende-se incluir serviços no âmbito dos entes subnacionais.